FINAL...
Não há mais vento nem brisa suave
Ficamos eu e a tua saudade
Que ainda arde e queima
Que incomoda e teima em não querer sair de meu peito
Já fraco e abatido de tanto chorar por ti.
Foi-se o vento e levou você
Foi pra longe, distante...
Tua saudade é meu castigo
Purgatório de minh'alma
Solidão.
Você se foi
Não volta mais
Fiquei eu
e é só!
Aqui coloco fragmentos de idéias, instantes, momentos, pensamentos. Sinta-se à vontade para comentar, discutir, concordar e discordar. Esta é uma arena pública aonde todos são bem-vindos. Coloque-se confortavelmente instalado em frente a tela do seu computador e deixe que seus olhos e cérebro trabalhem enquanto tua mente passeia no universo das palavras. Forte abraço, O Autor
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quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
Trilogia do Vento - parte 2
PEDIDO...
Que o vento me traga você
Do jeito que você é.
Tão forte quanto o trovão
Suave toque de mãos.
Que o vento me traga você
Dentre de minha alma
Suave afago de lábios.
Que você me traga o vento
Meu carinho
Meu alento
Que você me traga...
Você!
Que o vento me traga você
Do jeito que você é.
Tão forte quanto o trovão
Suave toque de mãos.
Que o vento me traga você
Dentre de minha alma
Suave afago de lábios.
Que você me traga o vento
Meu carinho
Meu alento
Que você me traga...
Você!
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
Trilogia do Vento - parte 1
Pedi ao vento, em meu tormento, que por uma brisa doce e suave eu pudesse ter alento, ainda que por instantes, pedaços de momentos, sentir teu suave toque, teu afago... sedento.
Clamei aos quatro cantos que me dessem sentimento; que eu fosse paciente, compassivo, não desatento.
A natureza ouviu. A minha súplica foi respondidada. O vento soprou-me vida, afago, carinho, desejo, o vento soprou-me você.
Desejei então segurar o vento; que amargo foi o desapontamento ao descobrir que o vento não se pode segurar por ser demasiadamente imenso; não pode ser contido, não nos moldes que eu buscava, queria, pensava...
Incapaz de perceber que o vento é quem comanda, deixei-o seguir seu caminho. Este vento passou, não mais voltará a bater na janela da minha casa que agora encontra-se vazia.
Clamei aos quatro cantos que me dessem sentimento; que eu fosse paciente, compassivo, não desatento.
A natureza ouviu. A minha súplica foi respondidada. O vento soprou-me vida, afago, carinho, desejo, o vento soprou-me você.
Desejei então segurar o vento; que amargo foi o desapontamento ao descobrir que o vento não se pode segurar por ser demasiadamente imenso; não pode ser contido, não nos moldes que eu buscava, queria, pensava...
Incapaz de perceber que o vento é quem comanda, deixei-o seguir seu caminho. Este vento passou, não mais voltará a bater na janela da minha casa que agora encontra-se vazia.
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