Ando sem paciência
Então, corro.
Quando corro, atropelo.
Quando atropelo, machuco.
Quando machuco, sofro.
Quando sofro, sinto.
Quando sinto, penso.
Quando penso, reflito.
Quando reflito, comparo.
Quando comparo, analiso.
Quando analiso, percebo
E quando percebo é que descubro que sou igual a você.
Então não me censure
Nem me multe por dirigir a mais de cento e vinte nesta estrada;
Caminho,
Meio e fim
Que me afasta e aproxima de ti.
Aqui coloco fragmentos de idéias, instantes, momentos, pensamentos. Sinta-se à vontade para comentar, discutir, concordar e discordar. Esta é uma arena pública aonde todos são bem-vindos. Coloque-se confortavelmente instalado em frente a tela do seu computador e deixe que seus olhos e cérebro trabalhem enquanto tua mente passeia no universo das palavras. Forte abraço, O Autor
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
R E T R O S P E C T I V A
Repensar a vida
Encontrar explicação, ou quem sabe
Talvez não.
Recuperar na memória
Outravez rever a história
Sentir saudades por quem se foi,
Perdi.
Experimentar a alegria
Consolidar a fé
Tendenciosa certeza de uma
Inabalável beleza de que
Viver este ano foi bom e que o próximo ano será
Ainda melhor.
FELIZ ANO NOVO!!
Encontrar explicação, ou quem sabe
Talvez não.
Recuperar na memória
Outravez rever a história
Sentir saudades por quem se foi,
Perdi.
Experimentar a alegria
Consolidar a fé
Tendenciosa certeza de uma
Inabalável beleza de que
Viver este ano foi bom e que o próximo ano será
Ainda melhor.
FELIZ ANO NOVO!!
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
LUA MINGUANTE
Não vou chorar o ano findo.
Não vou sorrir na antevéspera.
Espero,
Aguardo
Até que o meu falar com a ponta do grafite
Encontre teus olhos e então me alegre
Só de pensar que esta inversa trova
Escrita no improviso
Tocou teu pensamento solto
Enquanto a lua, lá fora,
Sorri.
Não vou sorrir na antevéspera.
Espero,
Aguardo
Até que o meu falar com a ponta do grafite
Encontre teus olhos e então me alegre
Só de pensar que esta inversa trova
Escrita no improviso
Tocou teu pensamento solto
Enquanto a lua, lá fora,
Sorri.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
NA ESQUINA
Listra branca.
Faixa preta.
Zebra do asfalto nesta selva de pedra e pó.
Tronco de metal sem vida e cinza,
Sem galho, sem folha, cuja raiz é morta.
Tu és placa e torta.
Corpos de metal
Presos ao seringal.
Dragões a explosão.
Barrigas nunca vazias.
Fauna de estranhas formas
Carcaças doentes.
Disformes.
Varetas
Troncos e paus.
Estacas paralisadas
Farrapos ataviados.
Vidas guiadas por cores ao avanço do primeiro sinal.
Faixa preta.
Zebra do asfalto nesta selva de pedra e pó.
Tronco de metal sem vida e cinza,
Sem galho, sem folha, cuja raiz é morta.
Tu és placa e torta.
Corpos de metal
Presos ao seringal.
Dragões a explosão.
Barrigas nunca vazias.
Fauna de estranhas formas
Carcaças doentes.
Disformes.
Varetas
Troncos e paus.
Estacas paralisadas
Farrapos ataviados.
Vidas guiadas por cores ao avanço do primeiro sinal.
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